Era uma vez uma rapariga que pensava que ninguém a compreendia, um sentimento invadia o seu coração.
A sua vontade de vencer era maior que a de lutar, a persistência deslumbrava os olhares de quem conversava com ela.
Gostava de chegar à perfeição, mas sabia que era impossível.
Passando por vales imundo de árvores misteriosas, chega ao mundo do descontentamento, do ódio, da tristeza. Porquê?
Porque estava revoltada consigo própria, porque não tinha conseguido chegar aos objectivos pretendidos, as metas desejadas.
Sofre e sofre desnecessariamente. Será?
Para os outros este sofrimento é um simples desconhecimento do mundo de hoje, que nada se consegue obter da forma que se deseja. Mas para esta rapariga é a desilusão da alma, é saber que era capaz e não conseguiu, é um sofrimento persistente e duradouro, que destrói a alma que faz morrer a autoconfiança. É um sentimento muito difícil de descrever, é um sentimento que se apenas sente e não se mostra.
Tem sempre algum impedimento quando quer mostrar a si mesma o que realmente consegue fazer. Será tudo isto porque gostava de atingir o seu auge?
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